O cooperativismo esteve no centro das discussões do painel “Associar, Produzir e Prosperar: O Agro como Motor do Desenvolvimento”, realizado na última sexta-feira (3), durante a programação do Interior AgroCoop, em Campos dos Goytacazes. Representando o Sistema OCB/RJ, o presidente Vinicius Mesquita participou do debate ao lado de lideranças do setor produtivo, levando a experiência do cooperativismo como modelo capaz de impulsionar o desenvolvimento econômico, fortalecer os produtores rurais e ampliar a competitividade do agronegócio.
Também participaram do painel, Edwal Portilho, presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás; Silvio Marini, diretor-presidente da Cooperativa de Macuco; e Gustavo Amaral, gerente-geral do T-Mult Porto do Açu Operações. A mediação foi conduzida por Carlos Frederico Menezes Veiga, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
Ao longo do encontro, os painelistas abordaram os desafios enfrentados pelo setor agropecuário e discutiram estratégias para ampliar a produtividade, agregar valor à produção e fortalecer o desenvolvimento regional. Nesse contexto, o cooperativismo foi apresentado como um dos principais instrumentos para promover a organização dos produtores, ampliar o acesso à tecnologia, incentivar a inovação e criar oportunidades de crescimento sustentável para o campo.
Representando o Sistema OCB/RJ, Vinicius Mesquita destacou que o cooperativismo tem papel estratégico na construção de um agro mais competitivo, capaz de gerar renda, desenvolvimento e qualidade de vida para quem vive e produz no meio rural.
“Quando o produtor se une em uma cooperativa, ele ganha força para negociar melhor, acessar tecnologia, reduzir custos e conquistar novos mercados. O cooperativismo é isso: transformar o trabalho coletivo em desenvolvimento para quem produz e para toda a região”, explicou Vinicius.
Ao reunir diferentes visões sobre o futuro da agropecuária, o painel evidenciou que os desafios do setor exigem soluções construídas de forma coletiva. Nesse cenário, o cooperativismo foi apontado como um modelo consolidado de organização econômica e social, capaz de fortalecer pequenos, médios e grandes produtores, estimular a inovação e ampliar o acesso a mercados, crédito, assistência técnica e novas tecnologias.