Não haverá expediente no Sistema OCB/RJ em 20 de janeiro, devido ao feriado em homenagem a São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro.
As atividades na instituição serão retomadas na próxima segunda-feira (23), a partir das 9h.
19/01/2023
Não haverá expediente no Sistema OCB/RJ em 20 de janeiro, devido ao feriado em homenagem a São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro.
As atividades na instituição serão retomadas na próxima segunda-feira (23), a partir das 9h.
19/01/2023
Colaboradores do Sistema OCB/RJ participaram de 16 a 19/1 do curso on-line Gestão e Fiscalização de Contratos no Sistema S, promovido pelo Grupo JML.
A professora foi a Dra. Caroline Rodrigues da Silva,, especialista em Direito e Gestão das Entidades do Sistema S pelo IDP-Brasília e em Direito Socioambiental pela PUC-PR.
Ao longo das 16 horas de aula, os participantes tiveram acesso aos seguintes temas: Lei 14.133/2021, suas regulamentações e empresas estatais; Gestor e fiscal de contratos: atribuições e responsabilidades; Execução, vigência e prorrogações; Aditivos de objeto, valor e prazo; Recomposição do equilíbrio econômico-financeiro; Boas práticas para gestão de prazos, aditivos, objeto e valor; Peculiaridades das compras; Regras aplicáveis a serviços; Inexecução contratual e penalidades; Governança e gestão de riscos nas contratações; Matriz de riscos como cláusula contratual? Checklists e modelos para gestão e fiscalização contratual.
19/01/2023
A Unimed Volta Redonda recebeu o selo de Energia Limpa do Grupo Prime Energy, que atesta a contratação de Energia Elétrica de Fontes Renováveis. A Cooperativa em um período de cinco anos protegeu o meio ambiente da emissão de mais de 28 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2), com a aquisição de energia elétrica renovável, que vem de recursos naturais, que são reabastecidos, como o sol, vento, chuva.
A diretora da Unimed Volta Redonda, Dra. Isis Lassarote, explica que, a cooperativa contrata diversos tipos de energias renováveis, como a fotovoltaica, obtida através da luz solar; a eólica, gerada pela transformação do vento em energia útil e a hidrelétrica pela força das águas. Todas essas fontes de energia também resultam na diminuição da emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera.
Desde 2017, a Unimed Volta Redonda investe em soluções para que as atividades desenvolvidas na Cooperativa sejam cada vez mais sustentáveis, reduzindo o impacto ambiental. Algumas das ações desenvolvidas pela Unimed, são: coleta seletiva, tratamento dos resíduos sólidos e líquidos, descarte consciente de sucata de cabos que já completaram seu ciclo de uso, reciclagem de lâmpadas, painel digital que monitora os sistemas de água, esgoto e eletricidade, sistema de reaproveitamento da água da chuva e prontuário eletrônico para redução da utilização de papel.
A Dra. Elaine de Fatima Nogueira, vice-presidente da Unimed, diz: “Desenvolver ações em prol do meio ambiente significa oferecer maior qualidade de vida para a sociedade. Como uma Cooperativa na área da saúde, o nosso dever e preocupação com a redução do impacto ambiental é ainda maior. Esse prêmio reforça nossa responsabilidade em buscar iniciativas sustentáveis, para a condução do nosso negócio, sempre visando o cuidado da saúde e bem-estar das pessoas.”
O presidente da cooperativa, Dr. Vitório Moscon Puntel, afirma que a Unimed Volta Redonda está no caminho certo. Para ele, o uso de energia renovável vai ao encontro de investimentos que a Cooperativa faz para cuidar do meio ambiente e deixar suas atividades cada vez mais sustentáveis.
Fonte: Assessoria de Imprensa/Unimed Volta Redonda
19/01/2023
O Sicoob, instituição financeira cooperativa com mais de 6,7 milhões de cooperados, libera o depósito via Pix utilizando saldo existente em outra instituição financeira, sua iniciação de pagamentos. A ferramenta de aporte financeiro permite ao cooperado trazer dinheiro de uma instituição onde possui relacionamento para o Sicoob a partir do próprio App da instituição financeira cooperativa. A ferramenta foi lançada em 9 de dezembro.
Essa funcionalidade opera devido ao ecossistema do Open Finance, ao qual o Sicoob atua desde agosto de 2021, usufruindo do compartilhamento de dados. Os esforços da instituição permitiram que o Sicoob fosse a primeira representante do cooperativismo a se habilitar como ITP (Iniciador de Transação de Pagamentos) e, agora, com o lançamento da sua iniciação de pagamentos a partir do App Sicoob.
O depósito está sendo testado há alguns meses pelo Sistema para garantir a melhor experiência ao cooperado. Desde o lançamento, a ferramenta passou a ser liberada gradativamente.
De acordo com Antônio Vilaça Júnior, diretor de Tecnologia do Sicoob, o Open Finance se apresenta como um ambiente propício para inovações e traz consigo uma ótima oportunidade para potencializar ainda mais o cooperativismo financeiro no Brasil. “O agregador de contas já permite uma visão integrada de todos os saldos e movimentações dos cooperados nas instituições financeiras nas quais mantêm relacionamento”, disse.
“Com a associação digital inteligente reduzimos ainda mais a fricção na entrada de novos cooperados. A nova modalidade de depósito e outros lançamentos que estão previstos sob o ecossistema Open Finance, oportunizarão ao Sicoob ser a grande plataforma de serviços financeiros dos cooperados”, complementa.
O Sicoob segue implementando diversas soluções tecnológicas e seguras para que os cooperados não precisem acessar outro aplicativo para realizar suas transações. “O nosso objetivo é que eles possam gerenciar suas vidas financeira diretamente pelo App Sicoob e possam contar também com a nossa extensa rede de atendimento presencial. Afinal, o relacionamento é nosso DNA”, finaliza.
Fonte: Somos Cooperativismo/Sistema OCB
19/01/2023
O cooperativismo tem sido visto como porta de entrada para que agricultores consigam gerar créditos de carbono e se beneficiar deste mercado, que ainda tem custos considerados elevados. Consultados por Globo Rural, especialistas dizem que continua caro fazer o cálculo do carbono no solo, mas as cooperativas podem facilitar a inserção de pequenos e médios produtores à medição.
No final do ano passado, o Projeto de Lei nº 412/2022 foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), que recebeu parecer favorável do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). O texto prevê a criação do Sistema Brasileiro de Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBGE-GEE) para atender aos mercados regulado e voluntário, o que inclui a criação de mecanismos de mensuração, verificação e reporte, algo ainda oneroso para o bolso do produtor.
Segundo Marco Morato, coordenador de Meio Ambiente e Energia da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), pequenos e médios produtores são ainda mais afetados pelo custo para homologar e registrar projetos de sequestro de carbono e depois obter o crédito correspondente. Por isso, ele diz, parte do papel da entidade é investir em capacitação do profissional do campo e assim haja interesse em desenvolver projetos piloto que depois ganham escala
O coordenador da OCB ainda observa que a expansão da internet no campo possibilitará a adoção de tecnologias que emitem menos CO2. Ele cita o exemplo do uso de drones para pulverização do café, cujo sensoriamento de pragas permite aplicação mais assertiva e contribui para a saúde do solo.
Além de sequestrar mais carbono, a tecnologia vai melhorar a qualidade do crédito. Com rastreabilidade, é possível ver que não tem compactação do solo, já que não há uso do pulverizador terrestre. “A digitalização do monitoramento, verificação e reporte vai ser o futuro e quanto mais rápido a gente acelerar este processo, mais gente conseguimos incluir nesse mercado de carbono”, complementa.
Marcelo Morandi, chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, comenta que o mercado de carbono no Brasil está mais ligado ao setor florestal e restrito a alguns projetos. Para ele, o País vai continuar crescendo, mas ainda “há pequenos projetos nessa área, em função de custo, certificação e todo o processo”. Neste sentido, ele vê que “cooperativas de pequenos produtores podem unir áreas excedentes [de Reserva Legal] e gerar uma certificação conjunta”.
A própria restauração de florestas e outras vegetações nativas tem alto potencial de mitigação das emissões de gases de efeito estufa e aptidão para viabilizar o sequestro de CO2. Contudo, a questão financeira é desafiadora, com altos custos iniciais e o longo período necessário para o crescimento da biomassa. Consequentemente, a recuperação tem demorado a ganhar escala, com reflexo na robustez do mercado de carbono e a geração dos créditos.
Na avaliação de Rodrigo Spuri, diretor de conservação da The Nature Conservancy Brasil, mais esforços devem ser feitos para criar projetos de carbono agrupados que incentivem produtores a não desmatar a vegetação nativa além das exigências legais.
“Assim como é um grande fornecedor de commodities agrícolas, o Brasil também tem o potencial de ser grande gerador de crédito de carbono. É preciso reforçar práticas como ILPF [integração lavoura-pecuária-floresta], programas climáticos estaduais, até ganhar escala por cooperativas e associações de produtores”, diz Rodrigo.
Uma pesquisa realizada em parceria da Câmara de Comércio Internacional com a WayCarbon aponta que o potencial de geração de receitas com créditos de carbono até 2030 para o Brasil subiu de US$ 100 bi para até US$ 120 bi. O cálculo leva em conta o preço de US$ 100 dólares por tonelada, valor estipulado pela iniciativa Taskforce on Scaling Voluntary Carbon Markets (Força-tarefa para escalar mercados voluntários de carbono, em português).